Wishlist de Natal

17 dezembro 2017


01. Midori Traveler's Notebook: Olive Edition — começo essa wishlist já sendo a louca das papelarias. A Traveler's Company (antigamente e eternamente chamada Midori) resolveu lançar uma edição especial pra 2017 nesse tom oliva e só o que tenho a dizer é que estou apaixonada. Uma das minhas metas pro ano que vem é voltar a fazer journaling e esse Midori lindo seria a companhia perfeita. Infelizmente, por ser uma edição limitada, é meio difícil encontrar essa cor disponível, mas a esperança é a última que morre.

02. So This is Permanence — um mergulho na mente, nas memórias e no processo criativo do Ian Curtis. Estou atrás da versão de capa dura desse livro desde que meu professor de Estética falou que ia me emprestar o dele.

03. Instant Pot Duo — se eu imaginava que chegaria um ponto da minha vida que meu sonho de consumo seria uma pa-ne-la? Não, mas só sei que tô desejando muito uma panela de pressão elétrica porque a) saudades de sopa de ervilha, sopa de lentilha e de applesauce; b) morro de medo de panelas de pressão normais desde que testemunhei a explosão de uma; e c) ela é multifunções (dá pra fazer até iogurte caseiro), mais econômica e mais segura.

04. Beats Studio3 Wireless — o objetivo de uma wishlist é a gente sonhar a vontade, né? Troquei o celular antigo por um iPhone 8 em outubro, e embora até agora tenha conseguido me virar com o adaptador que veio na caixa pra poder conectar fones normais no celular, é meio chato ter que ficar com o adaptador pendurado e ter que tirá-lo toda vez que quero usar os fones no computador. Se Papai Noel quisesse deixar uns headphones bluetooth debaixo da minha árvore de Natal imaginária eu agradeceria bastante.

05. Caderno Nuuna — uma das coisas que me deixa mais empolgada com a virada do ano é que vou poder começar um bullet journal novo. Pra 2018 queria um caderno que fosse menorzinho para ser mais prático de carregar comigo. Acabei sabendo da existência dessa marca e meu Deus, quero todos, é cada capa mais linda que a outra, mas me contentaria com esse cobre espelhado.

06. HP Sprocket — outro item relacionado a minha vontade de voltar a fazer journaling. A Sprocket imprime fotos do tamanho de um cartão de crédito, já é autocolante, e não precisa de cartucho de tinta. Além de tudo, o papel dela é bem mais barato que o filme da Instax.

Lisboa, Lisboa

19 novembro 2017



Se prepara pra um monte de fotos aleatórias e não muito coerentes da minha querida Lisboa, que estavam perdidas no celular. Achei uma boa oportunidade pra tirar a poeira do blog e falar um pouco desse lugarzinho que me faz tão bem. Eu amo essa cidade num nível bem surreal, mesmo com todas as ladeiras (e bota ladeira nisso), os seis meses de verão e as calçadas estreitas e escorregadias (que estão finalmente sendo renovadas, amém).




Adoro encontrar esses resquícios do passado no meio de prédios mais modernos, os parques que cortam a cidade, os inúmeros miradouros, como cada área de Lisboa consegue ser tão diferente da outra, o clima de cidade pequena e metrópole que coexistem e como parece tudo tão feliz no verão. E no outono, e no inverno, e na primavera.




Depois de um tempo a gente começa a ver um certo charme até nesse hábito de pendurar as roupas pra secar na janela. Não importa se é casaco, se é a roupa de cama, ou se é a calcinha. Também não importa se é na janela do terceiro andar ou se é no nível da calçada mesmo. No inverno, quando a paisagem fica mais monocromática, as roupas na janela são sempre um toque de cor a mais.





E pra falar da primavera, queria ter tirado fotos de quando a cidade estava toda roxinha por causa dos jacarandás plantados em tudo quanto é canto. Na época eu estava super desanimada com fotografia, fazendo planos de vender minha câmera (que acabei vendendo mesmo) e perdi a oportunidade de registrar o momento. Se eu não me engano, eles começam a florescer no começo de Maio e pintam a paisagem até meados de Julho. Primavera que vem estarei preparada, prometo.

Pra ser sincera, eu nunca pensei que eu fosse acabar morando aqui, porque o plano original era estudar em Aveiro, Leiria, ou ficar por Évora mesmo. Lisboa sempre pareceu um daqueles sonhos meio distantes, que a gente evita até de pensar muito pra não correr o risco de criar expectativas pra no final não rolar.

Mas da mesma forma que a vida às vezes puxa o tapete de surpresa, às vezes ela também empurra a gente numa direção maravilhosa. Só me resta agradecer e aproveitar.

Não é Margarida, mas Apareceu

03 outubro 2017



Não vou começar esse posts com desculpas e nem terminar com promessas que de certeza vocês não aguentam mais. Sempre que eu penso em escrever um post, a única coisa que me vem a cabeça é aquele gif da velhinha do Titanic, porque é mais ou menos assim que eu me sinto. It's been 84 years... ou quase isso.

Mudei o layout do blog de novo, pra falar a verdade eu devo ter mudado o layout umas dez vezes desde que migrei o blog de volta pro blogger (as desvantagens de saber mexer nessa coisa). E no fim acabei por preferir um layout mais simples, mais descomplicado, do jeitinho que eu gosto. Eu nasci pra ser minimalista, não tem jeito. Veremos quanto tempo esse aqui vai durar.



Mas vamos ao que interessa, né: gatinhos! Byron, Zelda e Lola – os felinos de paleta neutra (e batizados em homenagem a escritores) pra combinar com a vibe do blog. Byron inclusive gastou uma das suas nove vidas esse ano numa situação com o quê de sobrenatural, que envolveu semanas de internação no veterinário, um tubo no esôfago, falência de órgãos, e muita energia positiva e amor que resultou numa recuperação milagrosa (e põe milagrosa nisso, parece até que nada aconteceu). Durante o tempo que ele esteve internado, Zelda ficou deprimida, teve que ser alimentada com patê especial e só voltou realmente ao normal depois que o irmão teve alta.

Tá tudo bem agora, mas espero que esses gatos nunca mais inventem um susto desses.



Agora é ver se eu consigo me organizar pra aparecer por aqui de novo ainda esse ano. Do jeito que as coisas andam eu tenho fé que sim.