Fingindo Que Não Sumi

abril 18, 2017


Cronicamente relapsa com as postagens, eu sei, vou nem pedir desculpas de novo se não começa a ficar repetitivo. A verdade é que apesar de estar morrendo de vontade de aparecer por aqui e interagir, eu ando meio sem cabeça. Sem cabeça pra postar, conversar e principalmente para tirar fotos. Desde que o ano virou acho que só peguei a câmera para fazer trabalho da faculdade e abri o aplicativo do celular menos vezes ainda. Com sorte ainda rolam umas stories no instagram uma vez ou outra, but that’s it.

O que é que eu tenho feito então?

Nem sei. Comecei um bullet journal esse ano e ando viciada (culpa da Rhayanna). Está sendo ótimo para conseguir me manter organizada com os afazeres, com as contas, as finanças e para deixar pequenos registros do meu dia. Também estou adorando procurar canetas, marcadores e washi-tapes para decorar as páginas. Se soubesse tinha começado mais cedo.



Uma amiga me emprestou Objetos Cortantes depois que eu mencionei que tinha adorado Garota Exemplar da Gillian Flynn o que significa que: finalmente estou lendo um livro. Detesto ficar com livro dos outros por muito tempo porque sou uma pessoa que trata livro que nem filho, então a leitura tem sido rápida e: puta que pariu, que mulher genial.

O tempo por aqui esquentou – de novo de um dia pro outro –, o que resultou em uma quase-gripe que foi evitada com sucesso com o segredo milenar da: sopa de agrião e chá de gengibre.

Fora isso, é só a vida seguindo seu rumo. Tem rolado muita noite mal-dormida porque começou a temporada de baseball, é época de playoffs de hockey e o fuso horário não ajuda. Tem rolado muito chá e vontade de acordar uns dez minutos mais cedo nos dias de semana só pra fazer café minimamente decente. Rolou uma ida a IKEA no meu aniversário e coisinhas novas no cafofo que eu espero conseguir me animar para compartilhar aqui. E por falar em aniversário, sabe o que não rolou esse ano? Inferno astral, amém.

P.S.: Eu migrei o blog de volta pro blogger por motivo$ e acabei improvisando um layout meio as pressas, então se alguma coisa não estiver funcionando como deveria, favor relevar.

Desapego Involuntário

fevereiro 16, 2017


Bons momentos pra fazer aquela burrada: quando a gente tá feliz. Tipo quando a gente tá na rua, aproveitando a primeira vez em quase duas semanas que o sol resolve aparecer de verdade, tirando umas fotos meia-boca só pra tentar passar em Fotografia. Recebe umas notícias legais, fica feliz e com a cabeça nas nuvens e formata o cartão de memória da câmera sem querer.

Fotos desde 2013 guardadas lá. Pior de tudo: o trabalho e exercícios de Fotografia inteirinhos lá. Podia ter me desesperado, me jogado no meio da rua e esperado alguém me atropelar. Achei melhor rir da minha burrice, comprar um cartão SD novo e ver se um dia recupero os dados do cartão antigo. Graças a Deus já tô bem trabalhada na arte do desapego. Em outros tempos eu estaria chorando. Atualmente me sinto até mais leve quando me deparo com esses recomeços forçados.

Acabei saindo pra fotografar de novo (não dá pra desperdiçar dia de sol e o prazo de entrega é amanhã) e tirei umas 100 e poucas fotos sem perceber. Todas ainda bem meia-boca, mas esse final de período já esgotou toda paciência ou preocupação estética e acadêmica que me restava. Eu só quero que o semestre termine logo, chega.

De qualquer maneira, só apareci para dizer que estou viva. Com uns neurônios a menos e uns fios de cabelo branco a mais, provavelmente, mas viva.

Notícia Acumulada

dezembro 31, 2016



Aproveitei essa época de promoções de Natal pra comprar uma cafeteira nova e me facilitar a vida, e a louca dos cafés atacou novamente. Adoro fazer cappuccino em camadas porque você começa a caneca com o gosto amargo de espresso-sem-açúcar (única forma de despertar devidamente pela manhã) e no final fica com o sabor suave do leite. Adoro também porque fica bonitinho pra caramba e eu gosto de admirar café bonito.

Sobre o cafofo: anda com cheirinho de baunilha graças as velas perfumadas da Primark.



Lord Byron é o novo gato residente e os últimos dias tem sido estressantes no quesito felino. Lola, que é possivelmente a gata mais histérica do universo, não aceitou nada bem ter que voltar a compartilhar o espaço e passa a maior parte do dia rosnando e fazendo sons que parecem tirados de filme de terror (é cada gritaria que eu fico até com pena dos vizinhos). Byron, tranquilão do jeito que é, só quer ficar na dele, dormindo no sofá, se espreguiçando no tapete, mordiscando as plantas e implicando com os pombos pela janela, mas Lola está decidida a não deixar ele em paz.

Tem que ter paciência? Tem, e muita. Principalmente quando a gata resolve se vingar vomitando na sua cama e te deixando sem seu único edredom quentinho. Se eu tenho esperanças de que a paz volte a reinar nesse casa? Não sei. Enquanto isso é aceitar a sinfonia de miados, rosnados e outras vocalizações bizarras e passar o dia com um borrifador de água na mão caso role alguma treta.



Já o Natal foi comemorado na casa dos meus pais, com direito a algumas rodadas de Imagem & Ação e muita risada. Daqueles momentos que deixam os músculos da bochecha doendo de tanto sorriso e felicidade. No dia 25 ainda aproveitei para andar pela cidade com os meus pais, gastar dinheiro bem gasto na mega loja chinesa que abriu desde que me mudei e sentar num banco da praça para rir mais um pouco em família (e congelar porque não sei lidar com esse inverno).

E já que é aproveitar pra contar tudo de uma vez só: cortei novamente o cabelo no ombro, um blunt bob, e só o que tenho a dizer é que I regret nothing. Tudo encaminhado para um novo ano maravilhoso.