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19/11/2017

Lisboa, Lisboa



Se prepara pra um monte de fotos aleatórias e não muito coerentes da minha querida Lisboa, que estavam perdidas no celular. Achei uma boa oportunidade pra tirar a poeira do blog e falar um pouco desse lugarzinho que me faz tão bem. Eu amo essa cidade num nível bem surreal, mesmo com todas as ladeiras (e bota ladeira nisso), os seis meses de verão e as calçadas estreitas e escorregadias (que estão finalmente sendo renovadas, amém).




Adoro encontrar esses resquícios do passado no meio de prédios mais modernos, os parques que cortam a cidade, os inúmeros miradouros, como cada área de Lisboa consegue ser tão diferente da outra, o clima de cidade pequena e metrópole que coexistem e como parece tudo tão feliz no verão. E no outono, e no inverno, e na primavera.




Depois de um tempo a gente começa a ver um certo charme até nesse hábito de pendurar as roupas pra secar na janela. Não importa se é casaco, se é a roupa de cama, ou se é a calcinha. Também não importa se é na janela do terceiro andar ou se é no nível da calçada mesmo. No inverno, quando a paisagem fica mais monocromática, as roupas na janela são sempre um toque de cor a mais.





E pra falar da primavera, queria ter tirado fotos de quando a cidade estava toda roxinha por causa dos jacarandás plantados em tudo quanto é canto. Na época eu estava super desanimada com fotografia, fazendo planos de vender minha câmera (que acabei vendendo mesmo) e perdi a oportunidade de registrar o momento. Se eu não me engano, eles começam a florescer no começo de Maio e pintam a paisagem até meados de Julho. Primavera que vem estarei preparada, prometo.

Pra ser sincera, eu nunca pensei que eu fosse acabar morando aqui, porque o plano original era estudar em Aveiro, Leiria, ou ficar por Évora mesmo. Lisboa sempre pareceu um daqueles sonhos meio distantes, que a gente evita até de pensar muito pra não correr o risco de criar expectativas pra no final não rolar.

Mas da mesma forma que a vida às vezes puxa o tapete de surpresa, às vezes ela também empurra a gente numa direção maravilhosa. Só me resta agradecer e aproveitar.
03/10/2017

Não é Margarida, mas Apareceu



Não vou começar esse posts com desculpas e nem terminar com promessas que de certeza vocês não aguentam mais. Sempre que eu penso em escrever um post, a única coisa que me vem a cabeça é aquele gif da velhinha do Titanic, porque é mais ou menos assim que eu me sinto. It's been 84 years... ou quase isso.

Mudei o layout do blog de novo, pra falar a verdade eu devo ter mudado o layout umas dez vezes desde que migrei o blog de volta pro blogger (as desvantagens de saber mexer nessa coisa). E no fim acabei por preferir um layout mais simples, mais descomplicado, do jeitinho que eu gosto. Eu nasci pra ser minimalista, não tem jeito. Veremos quanto tempo esse aqui vai durar.



Mas vamos ao que interessa, né: gatinhos! Byron, Zelda e Lola – os felinos de paleta neutra (e batizados em homenagem a escritores) pra combinar com a vibe do blog. Byron inclusive gastou uma das suas nove vidas esse ano numa situação com o quê de sobrenatural, que envolveu semanas de internação no veterinário, um tubo no esôfago, falência de órgãos, e muita energia positiva e amor que resultou numa recuperação milagrosa (e põe milagrosa nisso, parece até que nada aconteceu). Durante o tempo que ele esteve internado, Zelda ficou deprimida, teve que ser alimentada com patê especial e só voltou realmente ao normal depois que o irmão teve alta.

Tá tudo bem agora, mas espero que esses gatos nunca mais inventem um susto desses.



Agora é ver se eu consigo me organizar pra aparecer por aqui de novo ainda esse ano. Do jeito que as coisas andam eu tenho fé que sim.
18/04/2017

Fingindo Que Não Sumi



Cronicamente relapsa com as postagens, eu sei, vou nem pedir desculpas de novo se não começa a ficar repetitivo. A verdade é que apesar de estar morrendo de vontade de aparecer por aqui e interagir, eu ando meio sem cabeça. Sem cabeça pra postar, conversar e principalmente para tirar fotos. Desde que o ano virou acho que só peguei a câmera para fazer trabalho da faculdade e abri o aplicativo do celular menos vezes ainda. Com sorte ainda rolam umas stories no instagram uma vez ou outra, but that’s it.

O que é que eu tenho feito então?

Nem sei. Comecei um bullet journal esse ano e ando viciada (culpa da Rhayanna). Está sendo ótimo para conseguir me manter organizada com os afazeres, com as contas, as finanças e para deixar pequenos registros do meu dia. Também estou adorando procurar canetas, marcadores e washi-tapes para decorar as páginas. Se soubesse tinha começado mais cedo.



Uma amiga me emprestou Objetos Cortantes depois que eu mencionei que tinha adorado Garota Exemplar da Gillian Flynn o que significa que: finalmente estou lendo um livro. Detesto ficar com livro dos outros por muito tempo porque sou uma pessoa que trata livro que nem filho, então a leitura tem sido rápida e: puta que pariu, que mulher genial.

O tempo por aqui esquentou – de novo de um dia pro outro –, o que resultou em uma quase-gripe que foi evitada com sucesso com o segredo milenar da: sopa de agrião e chá de gengibre.

Fora isso, é só a vida seguindo seu rumo. Tem rolado muita noite mal-dormida porque começou a temporada de baseball, é época de playoffs de hockey e o fuso horário não ajuda. Tem rolado muito chá e vontade de acordar uns dez minutos mais cedo nos dias de semana só pra fazer café minimamente decente. Rolou uma ida a IKEA no meu aniversário e coisinhas novas no cafofo que eu espero conseguir me animar para compartilhar aqui. E por falar em aniversário, sabe o que não rolou esse ano? Inferno astral, amém.

P.S.: Eu migrei o blog de volta pro blogger por motivo$ e acabei improvisando um layout meio as pressas, então se alguma coisa não estiver funcionando como deveria, favor relevar.